Outras companhias, entretanto, foram além. Perceberam o Twitter como uma ferramenta útil para saber e monitorar o que o consumidor pensa e fala da sua marca. E mais do que isso: uma ferramenta onde poderia agir e mudar uma opinião.
Esta semana fui assaltada e precisei cancelar meus cartões. Infelizmente, fui fazer isso a meia-noite de sábado, assim que cheguei em casa, justamente na hora em que a maioria dos sistemas estavam em manutenção devido ao horário de verão. Irritada, twittei a seguinte mensagem para os meus 250 seguidores:
Em menos de 5 minutos o @AloBradesco se tornara o meu seguidor e havia me respondido:
Quase imediatamente a Ana Paula, supervisora do banco, entrou em contato comigo e resolveu meu problema. Ainda recebi mais algumas respostas do @AloBradesco e obviamente, fiz questão de publicar meus elogios a empresa.
Ainda encantada em ter sido bem atendida de forma ágil pelo Bradesco (afinal, era meia-noite de sábado), encontrei hoje de manhã a seguinte mensagem de Luca Cavalcanti, Diretor de Marketing do Bradesco:
Trabalho como Back Office e sei como é difícil conseguir resolver os problemas e com agilidade. Mas o Bradesco me provou que é possível atender bem ao cliente e ser ágil, principalmente com problemas bem simples. O caminho? Comprometimento. Quando a liderança se envolve, quando os executivos reconhecem a importância de atender bem ao cliente e agem desta maneira, a base reproduz o comportamento e o cliente fica satisfeito.
Convido a todos a pensarem: o quão você está comprometido em atender bem o seu cliente?
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